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Visite a Europa antes que ela acabe

Visite a Europa antes que ela acabe


A Europa, enquanto cultura e modo de vida, está agonizando. Os prognósticos e os alertas estão se confirmando de forma rápida e dramática. A miscigenação que moldou uma certa identidade cultural do Novo Mundo não está acontecendo no velho continente. Aqui, tomando o Brasil como referência, as mais diversas origens e etnias vão se fundindo e vai surgindo lentamente uma civilização em que mesmo indivíduos diferentes nas suas origens se identificam como brasileiros. Na Europa, é comum as pessoas se identificarem pelas suas origens: “eu sou francês de origem tunisiana”, “eu sou de origem marroquina”, diz o marroquino italiano já na terceira geração. A forte tradição religiosa do Islã impede a integração dos migrantes dos países islâmicos com a cultura européia. As crianças ou são enviadas para as escolas islâmicas onde não se transmite a cultura européia ou já querem forçar as escolas estatais a transmitir a cultura islâmica para todos. Imaginemos as escolas estatais italianas impedidas de ensinar a língua, a literatura italianas. Os alunos desconhecerem Dante Aleghieri, não mais se importarem com a pintura, a arquitetura, a música, a ópera, pois tudo isto está impregnado de cristianismo. As línguas de origem, os costumes, as tradições e a religião islâmicas devem ser impostas a qualquer custo. Os valores europeus exportados para todo o mundo talvez sejam preservados e prosperem, num futuro próximo, não mais na Europa mais nos países da América, da Oceania, e em algumas áreas da Ásia e da África. 

A Europa será negra e islâmica quando chegar o final deste século. Os prognósticos não são positivos no que dizem respeito à cultura e às formas de organizar a vida e os valores. Há a percepção do crescimento da intolerância, da xenofobia, da predominância de governos e regimes de força, conflitos generalizados entre países e regiões no interior de um mesmo país e a emergência de uma sociedade arcaica, quase tribal. Neste momento o leitor estará resmungando: é claro que os europeus não vão permitir isto! Quais europeus? Estes são os prognósticos para o final deste século para os países europeus: os quase 60 milhões de italianos de hoje serão 15 milhões em 2100. Os franceses étnicos serão um pouco mais de 20 milhões e os espanhóis cairão para 12 milhões. Onde há mais miscigenação, como na Inglaterra e na França, a etnia tende a se perpetuar pelos casamentos mistos. Em compensação, países como a França e Inglaterra, cada vez mais deixam de ser europeus, abandonando suas raízes culturais. Mas nos lugares onde os migrantes muçulmanos são mais radicais e a população nativa preserva mais suas tradições cristãs ocidentais, como na Itália, a miscigenação é muito menor. Não se aceita o casamento com os diferentes, de ambas as partes, até porque os costumes familiares rígidos da cultura islâmica centrada no homem são enormes obstáculos para os ocidentais. Mas a questão maior é: os islâmicos se multiplicam rapidamente e intensamente tanto pela migração como pelo número de filhos. Os europeus têm crescimento negativo. Há pequenas cidades no interior de vários países que são como que asilos gigantes ou, até mesmo, quase cidades-fantasma. Uma tristeza enorme. Só há idosos! Estes remanescentes dependerão do sistema de previdência mantido pela força de trabalho oriunda da migração que vai impor, por ser maioria, suas leis, seus costumes, sua religião em todas as esferas da vida pública. Sem dúvida, as novas administrações não irão dispensar o dinheiro dos turistas que irão visitar os vestígios de uma civilização que foi gloriosa. A Europa será um grande museu. Mas a sua civilização!...


 

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